Este concurso, de acordo com a página da Fundação Calouste Gulbenkian, na Internet, pretende apoiar a participação de artistas naturais e residentes nos PALOP (Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe) e Timor-Leste em programas de residências artísticas internacionais, na Europa, Brasil ou países vizinhos dos PALOP e Timor-Leste.

Os candidatos devem, previamente, apresentar candidaturas a instituições de acolhimento de residências artísticas nas áreas da música (criação ou interpretação de música vocal, instrumental ou eletrónica) e artes cénicas (criação ou apresentação em teatro, dança, artes circenses, ópera e performance).

Segundo o regulamento, as residências artísticas devem realizar-se no período máximo de 12 meses a partir da data da atribuição da bolsa de viagem.

Aos vencedores serão atribuídos um subsídio de viagem para participação em residências artísticas internacionais, no valor de 1.500 euros (165.753 escudos).

No caso dos cidadãos timorenses, informou que a bolsa poderá ir até aos 2.000 euros (220 mil escudos) no caso da residência artística se realizar fora da Ásia.

As candidaturas só são aceites até às 23:59 do dia 30 de Setembro de 2020 e os resultados serão divulgados até final de Novembro.

Estas só podem ser apresentadas em formulário próprio, disponível na página da Fundação, bem como o envio de documentação suplementar como currículo do artista, carta de motivação, programa detalhado da residência artística a que se candidata e carta de recomendação.

O Procultura é uma acção financiada pela União Europeia que tem como objectivo contribuir para o aumento do emprego em actividades geradora de rendimento na economia cultural e criativa nos PALOP e Timor-Leste.

Esta acção é co-financiada e gerida pelo Camões, I.P. e co-financiada pela Fundação Calouste Gulbenkian.

AM/CP

Inforpress/Fim

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