Segundo relata o “The Wall Street Journal”, a NFL reduziu a lista de candidatos a atuarem no intervalo do mediático jogo à banda de Chris Martin e às duas estrelas pop, tendo abordado os seus representantes, a quem propôs um pagamento em troca da atuação e consequente exposição pública.

A NFL sugeriu ainda, como alternativa ao pagamento pela atuação, que poderá não agradar aos convidados, que os artistas em causa contribuíssem para a liga com uma percentagem dos lucros provenientes das suas digressões pós-Super Bowl.

Recorde-se que a NFL nunca pagou pelas atuações a decorrerem durante o intervalo do Super Bowl, assegurando, contudo, a deslocação dos artistas e respetiva comitiva, bem como os custos de produção e patrocínios. Após o sucesso e impacto da atuação do ano passado, a cargo de Bruno Mars e dos Red Hot Chili Peppers, a organização resolveu mudar de estratégia e obrigar os performers a pagaram pela visibilidade conquistada com a atuação, que é vista, em média, por mais de 114 milhões de pessoas em todo o mundo.

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