Estou muito feliz. Esta categoria é muito importante para a minha carreira e diz muita coisa”, afirmou. “Este prémio veio aumentar a minha motivação para continuar a trabalhar. Em conversa com a minha mãe, ela disse que se eu não ganhasse este prémio não iríamos baixar a cabeça, porque noutros concursos perdemos e continuámos a mostrar trabalho, pelo que para este não seria diferente. Ela disse: ‘filho, eu acredito em ti e você vai regressar da gala com o prémio’. E assim aconteceu”, afirmou.

Questionado sobre as categorias a que concorreu, o artista revelou que, desde o princípio, estava confiante em levar para a sua banda o prémio de Artista Revelação do Ano. “Por causa do meu trabalho, eu acreditei. Não tinha como não levar. Estou a trabalhar muito e a fazer muitas crianças dançar. Comecei em 2016 a 'partir cama' e as minhas crianças, é claro, 'partem cama' comigo”.

O artista lembrou ainda que, no início da sua carreira, foi visto como um “maluco”, alguém que não sabia o que estava a fazer, mas eis que consegue arrecadar um prémio nos AMA deste ano, mostrando que estavam enganados.

As pessoas chamavam-me maluco e fui obrigado a desistir. Quando decidi voltar ao mundo da música fiz uma análise: se antes dançava de calça, agora será de calção e lenço na cabeça. Mas as pessoas, mais uma vez, começaram a abusar [criticar], e eu, dentro de mim, disse que não iria parar, que isto iria dar-me mais garra para eu não desistir. Hoje em dia, aqueles que abusavam [criticavam] dançam tão bem as minhas músicas”, salientou.

Para a categoria de Artista Revelação, Scró Que Cuia concorreu ao lado de Cláudio Fénix, Duc & Niiko, Filho Do Zua, e L´vincy.