O comunicado informa que a iniciativa surgiu no atelier do cineasta Binelde Hyrcan, com o objectivo de criar um movimento alternativo musical em Luanda, onde juntem artistas de todos os sectores da arte angolana.

Francisco Valente, promotor cultural e mentor do projecto, conheceu o director de imagem e fotógrafo oficial do ‘Luanda Jazz Festival’, Nuno Martins, e os dois, de uma forma simples e criativa, decidiram optar por este formato ‘fusion’, que deu origem ao ‘Jazz no Kubiku Fusion’, organizado pela ‘Kent Managements’.

Rapidamente, o conceito tornou-se uma marca no mercado de eventos musicais alternativos em Luanda. Como qualquer outro projecto, o ‘Jazz no Kubiku Fusion’ quer “afirmar-se como uma aposta regular à promoção da música afro-americana que hoje já é património universal”. Francisco Valente entende que o jazz em Angola precisa de dar “uma ressuscitada” e que a criação de uma escola de música ajudaria a tornar o mercado angolano “mais promissor”.

Mesmo considerando não ser ainda “rentável” a promoção de eventos de jazz em Angola, por “falta de músicos” que façam o estilo, o jovem confia que, “quando se é profissional, é possível viver da realização de eventos”.

Depois do 1o Festival que aconteceu no ano passado, a organização vai promover, de 14 a 16 de Dezembro, no Clube Naval de Luanda, o seu segundo grande festival que contará com a participação de artistas nacionais e internacionais.

Segundo Francisco Valente, o festival “promete ser uma emocionante entrada para a época festiva de Natal, que celebrará não só a música jazz, como também as suas influências”.