A 3 de maio, um dia depois da realização da Serenata Monumental na Sé Velha, arrancam as noites na Praça da Canção, apenas com nomes da editora portuguesa Think Music: ProfJam, Mike El Nite e SippinPurpp & Yuzi.

No dia seguinte, atua o cantor angolano Bonga e o grupo Expensive Soul, e, a 5 de maio, sobe ao palco Quim Barreiros, como é hábito no dia de cortejo.

O dia 6 de maio será completamente dedicado à Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra, algo que acontece "pela primeira vez em muitos, muitos anos", salientou o secretário-geral adjunto da Queima das Fitas, João Oliveira, que falava aos jornalistas após a apresentação do cartaz.

O cantor Dino D'Santiago, o mais premiado da primeira edição dos Play - Prémios da Música Portuguesa, apresenta na Queima das Fitas o seu mais recente álbum "Mundo Nôbu", no dia 7, em que também atuam Stereossauro e Dj Ride.

Segue-se um dia completamente dedicado a nomes de uma outra editora, a Bridgetown, sendo eles Plutonio e Mishlawi.

A 9 de maio, atuam no palco principal Capitão Fausto, o duo belga 2manydjs e Karetus.

O último dia da festa dos estudantes arranca mais cedo - com as portas a abrirem entre as 16:00 e as 17:00 -, contando com um ‘sunset' e uma festa de "Revenge of the 90s" durante a noite, sendo esta noite pensada também para "outras idades e chamá-las à festa", sublinhou João Oliveira.

Segundo o responsável, o orçamento é de cerca de 240 mil euros, tendo-se registado um corte de um quinto face a 2018, sendo uma das festas da Queima das Fitas "mais baratas" que já se fez nos últimos tempos.

Sobre a aposta em nomes nacionais, João Oliveira frisou que essa foi uma opção deliberada, considerando que "há muitos nomes nacionais que lançaram álbum já este ano, que estão a aparecer e a crescer no panorama nacional e isso faz mais sentido numa Queima das Fitas".

Além do palco principal, haverá um palco organizado pela Rádio Universidade de Coimbra (RUC), que este ano vai funcionar todas as noites.

No palco RUC vão atuar nove projetos internacionais, como o londrino Scratcha DVA, a brasileira Lyzza, a berlinense Clara Cuvé e o produtor italiano TSVI.

Da nova música nacional, é também dado palco a projetos como Vaiapraia, José Pinhal Post-Mortem Experience, HHY & The Macumbas, Gume ou Wipeout Beat.

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