Paulo Flores actuou no dia 7 na Casa 70, em Luanda. Este foi o primeiro dos quatro espectáculos a serem realizados no mesmo espaço, encerrando assim o programa da temporada anual de um recinto por onde passam artistas musicais nacionais como Yuri da CunhaKonde, Heavy C, Anselmo Ralph e Margareth do Rosário.

O espectáculo que teve inicio às 22 horas, foi antecedido uma hora antes de jantar.

Após o jantar, o artista Paulo Flores começou a remontar o seu vasto repertório, cantando então várias músicas de sucesso, das mais antigas às mais recentes.

Com os lugares todos reservados, não houve quem faltasse ao show. Estiveram no local cerca de 350 convidados, entre eles admiradores e amigos.

O seu primeiro convidado na noite de abertura do espectáculo foi o saxofonista Nanuto. Os dois formaram uma dupla invejável durante toda a noite, em que não faltavam aplausos pelo sucesso ali proporcionado. Já no dia 8, o convite recaiu sobre Dodó Miranda.

Paulo Flores
interpretou, temas como, “Pé na Lama”, “Hoji-Ya-Henda”, “Parabólica”, “Nzagi” e “Reencontre”, incluídos na trilogia “Ex-combatentes”. Fora essa trilogia os convidados aplaudiram muito, músicas como “Maravilhoso 1972”, “Gêpê”, “Rumba Nza Tukiné”.

Em "Ex-Combatentes", uma trilogia - Viagem, Sembas e Ilhas - o artista procura fazer uma reflexão sobre o que sente perante as transformações que observa, todos os dias. Paulo Flores, de 37 anos, é natural de Luanda que começou a cantar em Portugal, aos 16 anos de idade. Hoje, embaixador da boa-vontade do PNUD. Conta com 11 discos gravados, além de participações em obras de outros músicos angolanos e estrangeiros.

O primeiro dia só foi o 'aperitivo' do que estava para vir nestes grandes shows onde Paulo Flores foi novamente o artista privilegiado a encerrar a temporada anual da Casa 70.

Pelo segundo ano consecutivo o artista encerra o programa da temporada.

Por: Akanda
Fotos: Miguel

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