Quatro propostas diferentes em técnica e em narrativa, mas que, revelaram uma memória visual que retrata e recontextualiza a acção social do olhar de cada um.

Nesse sentido, os 4 fotógrafos são actores sociais que, entre outras coisas, instrumentalizam o olhar recortando realidades estéticas num campo de percepção particular tornado público. Nestas 4 exposições a fotografia e a memória tornam-se cada vez mais unidas, tecendo novas identidades, numa constante documentação, afirmação e celebração de ‘angolanidade’.

“Este ano tivemos mais de 21 candidatos ao “open call” em Março, o que representa a maior participação até hoje numa única edição do ‘Vidrul Fotografia’, e significa que a fotografia está cada vez mais viva no plano nacional”, afirmou o curador Dominick Alexander Maia Tanner.

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