Em conversa na Rubrica 'Fala Só', Fofando foi questionada sobre o que gostava que mudasse nas kuduristas angolanas. "Gostava que tivessem mais calma, porque as kuduristas estão muito atrapalhadas, e que façam letras com cabeça, tronco e membros", respondeu sem referir ninguém em concreto.

A artista contou também que quando fez a primeira música não sabia que estava mais inclinada para o kuduro e que, sendo a primeira kudurista feminina, sofreu as consequências disso quando decidiu arrancar com a sua carreira.

"Gosto de ver as pessoas a vibrar com as minhas músicas, por isso, vou continuar. Em 2018 vem uma ‘granda’ cassete. Já comecei a gravar e estou na fase final. Só posso adiantar que tem participação especial de Bruno M, Poca Pi e muito mais”, revelou.