Em entrevista à Angop, a partir do Lubango, o músico residente em Luanda disse que ainda está a estudar o título para o novo disco, embora tenha todas as faixas concluídas.

Fez saber que a nova obra traz 15 músicas, escolhidas entre 25 que gravou nos estilos Guetho Zouk, Afrobeat, Kizomba, R&B e Hip Hop.

“Neste álbum transmito, nas músicas, mensagens de âmbito social, aquilo que acontece no nosso quotidiano, relativo ao amor. Falo deste sentimento em várias vertentes”, frisou o cantor, que indicou os temas “valores” e “psicólogo do amor” como principais referências da nova obra.

O álbum foi gravado e masterizado em Angola, no Sediame Studio (sua propriedade) - um “sonho que foi difícil ser realizado”, disse o cantor, acrescentando que está agora em fase de edição discográfica em Londres, Reino Unido.

Sublinhou que esteve ausente do mercado por sete anos, por vários motivos, alguns pessoais e outros profissionais, mas nunca desistiu do sonho, pois a arte vive nele e sempre escreveu, produziu e fez direcção artística para muitos músicos.

Aos 37 anos de idade, o artista disse que hoje vê a música de forma diferente, com mais responsabilidade e maturidade, pelo que os fãs sentirão isso mesmo na nova obra.

Quanto ao seu maior sucesso e que marcou a sua carreira, lembra do tema “Se Diamé” em homenagem ao seu falecido pai, Jacinto António Camacho.

Quanto ao momento que o mundo vive, fustigado pela pandemia da covid-19, Lawilca denfende a necessidade dos angolanos acatarem todos os conselhos relativos ao Estado de Emergência, bem como todas as medidas de segurança que o Ministério da Saúde tem estado a transmitir.

A primeira obra de Lawilca é “Se Diamé”, lançada a 17 de Setembro de 2005 e a segunda “Não sou o mesmo homem”, de 13 de Fevereiro de 2014.'

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