Nsoki, de acordo com a lista de nomeações publicada no site da organização, concorre, com a música African Sunrise, nas categorias de Melhor Colaboração e Melhor Artista Feminina de África Central.

Kyaku Kyadaff, Anselmo Ralph e Puto Português estão nomeados nas categorias de Melhor Artista Masculino de África Central e Lusófono, respectivamente.

Ainda na categoria de Melhor Artista de África Central consta C4 Pedro, enquanto na vertente de melhor Artista Lusófono estão Yola Semedo e Preto Show.

Para o prémio de Melhor Grupo Africano concorre o grupo B26, enquanto Miguel Buila concorre para Melhor Gospel de África.

O artista Neru Americano está entre os concorrentes na categoria de Revelação do Ano e a Edmazia na Melhor Artista Feminina de África.

Já o grupo The Grove está entre os candidatos ao prémio de Melhor Dançarino Africano e na categoria de Melhor Dj de África o país concorre com o Dj Hélio Baiano.

Os angolanos dominam nas categorias de Melhor Artista Masculino de África, com quatro entre os 10 nomeados à semelhança do Congo com o mesmo número de escolhidos.

Na de Melhor Artista feminina da África Central, Angola  conta com três (Yola Semedo, Nsoki e  Edmazia).

Para a categoria de Melhor Artista Lusófono estão C4 Pedro, Preto Show, Anselmo Ralph, Kyaku Kyadaff, Puto Português e Yola Semedo, que concorrem com os cabo-verdianos Nelson Freitas, Maira Andrade, o moçambicano Mr Bow e o Santomense Calema.

Recorde-se que Nsoki venceu, em 2017, nas categorias de Artista Revelação, Melhor Artista Feminina da África Central, com a música "África Unite", enquanto C4 Pedro foi galardoado nas categorias de Melhor Artista Masculino da África Central, Melhor Artista Lusófono  e Melhor Artista Além-Fronteiras.

O African Muzic Magazine Awards (AFRIMMA) surgiu há quatro com o foco virado na premiação, valorização e expansão da música africana na diáspora.