Trata-se de um disco com 18 músicas trabalhadas a base, maioritariamente, do semba, com incursões na Tchianda, kizomba e gospel.

Neste novo rebento, a antiga integrante do grupo musical feminino As Gingas do Maculusso recorreu aos préstimos de Bonga, Xabanu, Guilhermino, Heavy C, Kenny Bus, Dodo Miranda, Sassa Tchokwe Internacional, entre outras referências da música angolana.

A produção musical esteve a cargo de DJ Mania, Heavy C, Chico Viegas e Nelo Paím.

Em entrevista à Angop, a artista considera ser um disco que a levou a fazer uma viagem interessante pelo semba mais conservador, mergulhando na sua origem passando também para uma versão mais moderna e actual.

Mais do que lançar discos, Patrícia Faria realçou o seu compromisso com a qualidade das suas obras, lamentado a falta de condições quer financeiras como de índole emocional e consequentemente criativa para colocar uma obra no mercado.

“Mercado, que por sinal, precisa ser mais inclusivo para os fazedores de arte e não exclusivo a uma certa franja de profissionais do ramo”, realçou.

Patrícia Faria, que não precisou o número de cópias editadas, adiantou que a Xicote Produções irá colocar no mercado cópias suficientes para o consumo dos fãs.

Cantora e radialista, Patrícia Faria iniciou a carreira como integrante do grupo Gingas do Maculusso e segue carreira solo, com o lançamento, em 2003, do disco “Emé Kia”.

Em 2009, editou e publicou o “Baza Baza”.

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