O DJ e produtor Tim Bergling, conhecido mundialmente como Avicii, morreu na tarde da passada sexta-feira, 20 de abril. Em comunicado, a família deu a entender que o DJ se suicidou. Já esta terça-feira, 1 de maio, o TMZ avançou que artista de 28 anos terá morrido na sequência de uma hemorragia provocada por lesões no pescoço e nos pulsos com uma garrafa de vidro partida.

Nas redes sociais, vários fãs do DJ e produtor sueco acusam a equipa de management do músico de ter pressionado demasiado Avicii, que decidiu afastar-se dos palcos há dois anos. Depois de terminar a digressão, devido a uma pancreatite aguda provocada pelo consumo excessivo de álcool, as receitas caíram o que, supostamente, fez com que os seus associados o pressionassem.

Para os seguidores do artista, o documentário "Avicii: True Stories", disponível na Netflix, prova que o management queria impor mais espetáculos e entrevistas a Avicii. Numa das cenas da produção, o manager explica a agenda do DJ um dia depois de ter sido operado.

Nas redes sociais, os fãs dizem que a equipa do DJ sueco"não quis saber do seu estado de saúde, mental ou físico", frisando ainda que Avicii "morreu de tanto trabalho". Os seguidores defendem ainda que os responsáveis por terem pressionado o músico deviam sofrer consequências legais.

"Temia a morte e, mesmo assim, o management dele usou-o como se fora uma máquina. Isto enoja-me", escreveu um dos fãs nas redes sociais.

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