Os Sons do Atlântico pela tereira vez consecutiva levaram este sábado, 7, até à Baía de Luanda milhares de pessoas para assistirem àquele que é considerado o maior festival da capital. O evento, como já é hábito, celebrar também o Dia Internacional da Mulher.

A Show Biz foi quem organizou pela primeira vez a terceira edição dos Sons Do Atlantico, apresentando-se num novo formato, a começar pela dinâmica com dois palcos com actuações intercaladas. Pedro Nzangi foi o mestre de cerimónias do festival, onde apresentou os vários artistas que pisaram o palco tais como: Paulo Flores e Matias Damásio, Puto Português , Seu Jorge e Mart’nália, Yannick Afromam, os Kassav e Ary, Zona 5, Heavy K, Mpumi, o grupo Batoto Yetu e os “mixes” de Djeff.

Yannik com a seu estilo muito próprio e com as suas letras de intervenção passou a mensagem não deixando ninguém indiferente. Puto Português cantou, “jingou” e fez todos pularem com ele. O boa “vibe” de Seu Jorge chegou a todos, ele cantou, tocou e até mesmo declamou. Juntando-se a ele Mart’nalia (filha do sambista Martinho da Vila) surpreendeu todos com um timbre inconfundível. Para colocar as milhares de pessoas a recordar aquela Angola de "1979" e a sentir saudades só com Paulo Flores e Matias Damásio.

Já a noite ia longa quando os céus de Luanda ficaram iluminados com um fogo-de-artifício que durou cerca de cinco minutos. Foi então que Djeff subiu ao palco e fez magia com os seus “mixes”.

Os Kassav dispensam apresentações, com 35 anos de carreira e bem conhecidos do povo angolano cantaram como só eles o fazem, já passava das 3 horas da manhã quando a inigualável e energética Ary se juntou ao grupo dando o ar de sua graça, fechando assim o festival.

Vários foram os artistas que dedicaram algumas palavras às mulheres.

A organização do festival pode "pavonearem-se" como sendo um festival de sucesso e um dos maiores e melhores a nível nacional.

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