O artista e jornalista angolano Vlado Coast encontra-se em Cabo Verde para promover o seu trabalho musical.

Natural da província Cunene, em Angola, Vlado Coast é autor de vários singles como “Neymar”, “Navaye”, “Tambula”, “Tala”, “Yes sr”, e “Balance Move” e foi galardoado, em 2016, com o prémio de Melhor Artista Digital nos Angola Music Awards, AMA.

“Fui o primeiro artista angolano a ganhar esse galardão. Este ano (2018), estive nomeado em três categorias. Não ganhei, mas só de estar nomeado já sou um vencedor. Estou a fazer um trabalho digno e acredito que se me nomearam é porque sou um dos melhores artistas da música angolana”, salienta o artista que deixou o jornalismo para segundo plano para dedicar a música.

No ano passado, Vlado Coast esteve no arquipélago, a convite da organização dos Cabo Verde Music Awards (CVMA) para atuar na After Party do evento.

Agora, regressa ao arquipélago para promover vários singles entre os quais o “Neymar”, um tema que segundo diz foi feito para “incentivar” o jogador brasileiro que sofreu uma lesão a participar no Mundial. “O single já é sucesso em Angola”, afirma.

“O que trouxe a Cabo Verde é a promoção da minha imagem e música", revela o cantor que está a trabalhar com a produtora cabo-verdiana Empire Solutions Lda. "Tinha prometido que um dia voltaria a este país acolhedor, de paz, amor e carinho”, diz.

Vlado Coast revela ao SAPO que nasceu no seio de uma família de músicos e cresceu a ouvir artistas cabo-verdianos como Grace Évora e Suzanna Lubrano.“Sou fã da Suzanna Lubrano. Ela tem uma voz muito linda”, diz com um sorriso no rosto.

O cantor ambiciona fazer duetos com alguns artistas cabo-verdianos como Djodje, Loony Johnson, Ga DaLomba e Elly Paris e pretende realizar um show no arquipélago para dar a conhecer o seu trabalho.

No que tange à agenda, Vlado Coast revela que no próximo mês (junho) vai participar num festival de Afrobeat, na Suíça.

Em setembro o artista, em parceria com outros músicos angolanos, vai lançar um álbum e, em outubro, vai participar no África Magazine Music Awards, nos Estados Unidos.

“Tenho bagagem para a música angolana e para a África, no geral. Faço música para a África e não só para Angola”, conclui.

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