Yuri confessa já ter assistido a “muita coisa feia” e afirma que a união entre os artistas angolanos é apenas aparente.
“Há muita fachada e coisas muito erradas. Podemos até não concordar em certos aspectos, mas não temos que ser falsos no nosso convívio diário. Temos que amar as pessoas e não as coisas que elas têm e isso acontece muitos entre os artistas de Angola”, confessou o cantor numa entrevista exclusiva ao SAPO.
Yuri da Cunha reprova a falta de camaradagem neste aspecto, afirmando que “enquanto não chegarmos a um acordo quanto a isso, estamos a prejudicar os que vêm a seguir, estamos a criar uma dificuldade”.
Apesar de reconhecer que “a fama corrompe, isso é normal”, defende que os cantores não podem perder a sua essência e a certa altura têm que voltar a ser eles próprios e deixar de viver em função da fama e dos interesses.
Yuri falou também sobre o que o leva a ajudar artistas em ascensão. O objectivo é ver o país a crescer e satisfazer uma vontade muito pessoal de ver os artistas angolanos a fazer sucesso e a conquistar o mundo.
O cantor falou ao SAPO em Portugal, onde ser encontra para realizar dois espectáculos nas noites de sexta-feira e sábado no Coiliseu de Lisboa.
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