O SAPO falou com alguns jovens que acompanham o programa para perceber que motivos os levam a não perder nenhum capítulo da família mais animada.

Igor Jorge, estudante angolano e residente na África do Sul contou que gosta muito programa. “No princípio só ouvia os meus colegas e amigos a comentarem, até que decidi chegar cedo a casa e acompanhar. Bem, curti muito principalmente o Filipe Manuel, é que ele tem a boca que os antigos combatentes do nosso país têm. Eles são bons no que fazem e é uma coisa doida”, disse.

Carlos Leite, pai de família, assumiu ser seguidor do grupo desde a época em que o grupo realizava as noites de Blá blá blá. Com o decorrer do tempo viu as publicidades na TV, a partir daí passou a acompanhar o reality show. “Ao domingo à noite, já não penso noutra coisa a não ser nesse programa. Tem um tipo qualquer de magia, faz-me rir muito. Gosto do facto de convidarem estrelas todas as semanas, isso dá uma roupagem diferente a cada episódio, e gosto muito mais do facto dos personagens se identificarem bastante com o nosso contexto social. Temos um antigo combatente, temos um ‘kunanga’ (desempregado por opção), um jovem que trabalha e sustenta os mais velhos, casos que acontecem em muitas famílias aqui. Além disso, temos um caso bizarro e quase impossível para a nossa sociedade, o ex-marido e actual da Tia Bolinha a partilharem o mesmo lar. É muito divertido!”

No Cubico dos Tuneza” é uma história que retrata a vida de uma mulher, um marido e um ex-marido, um sobrinho e um kunanga, numa casa com muita confusão. Tem feito um grande sucesso entre os telespectadores não só em Angola, como noutros país, onde podemos ver as tropelias das personagens Mauro (interpretado por Tigre Xieta), Tia Bolinha (Cesalty Paulo), Adão N´Vuenda (Gilmário Vemba), Adão Filipe (Orlando Kicuaça) e Filipe Manuel (Daniel Costa).

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