A história é narrada do ponto de vista de Charlie (Griffin Gluck), que está em coma mas consegue ouvir e sentir tudo à sua volta. Os restantes jovens personagens são Kara (Zoe Levin), uma cheerleader que é uma ruindade e precisa de um transplante mas cujo historial de abuso de drogas coloca no final da lista de doações, num sério caso de alguém que não tem coração e precisa subitamente de um; Dash (Astro), com pinta de malandro e que utiliza a sua fibrose cística como uma forma de engate; Jordi (Nolan Sotillo), um mexicano ilegal que passou a fronteira para ser tratado ao seu osteossarcoma; Leo (Charlie Rowe), o farol deste grupo, perdeu a perna com mesma doença de Jordi; a perspicaz Emma (Ciara Bravo), que sofre de um distúrbio alimentar e forma um triângulo amoroso com Jordi e Leo.

Os adultos são liderados pela maravilhosa Octavia Spencer como enfermeira que domina a ala com punho de ferro, mas no fundo tem uma enorme compaixão pelos miúdos que estão ao seu cuidado.

A série é produzida, entre outros, por Steven Spielberg e foi adaptada por Margaret Nagle (argumentista de «Boardwalk Empire») a partir de um sucesso de «nuestros hermanos», "Polseres Vermelles", criada pelo catalão Albert Espinosa, um sobrevivente de cancro que foi diagnosticado quando tinha 14 anos e esteve quase uma década na ala pediátrica de um hospital.

"Red Band Society" combina boa disposição e humanidade num enredo que não é uma pêra doce. A premissa não é à prova de bala e terá a sua dose de cépticos, mas a série é, sem dúvida, uma fonte de alento e energia positiva.

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